
Acordo para o fato de que o rumo foi refeito.
Me recordo do tratado de permissão a erros.
Trago o peito tão marcado de cera de vela
e um passado de tortura, uma vida tampouco bela.
Mas reclamações eu deixo para a primeira estrofe
Porque homem de verdade sofre mas não sofre.
A face um tanto séria que trago desde o passado
não reflete nada. Nada.
Nada.
Permitir minha face refletir meu coração
é dividir o peso com os olhares de pena
e é realmente uma pena! Pois nunca, nesse mundo cão,
eu hei de partilhar a glória de vencer minha tormenta!
Há de ser a vitória minha busca constante
combatendo o desconhecido renascido de poeira e vento
Todo dia há um desfecho para o ócio semelhante
às lamentações alheias, onde me encaixo bem longe.
Eu governo o tempo.
Está complexo mas não está impossível de entender não, mocinho!
ResponderExcluirPor te conhecer fica até mais fácil =)
Gostei muito do jogo feito entre a segunda e a primeira estrofe.
Muito bem colocada a frase: "Porque homem de verdade sofre mas não sofre."
Você tem razão!
Mas se tem uma coisa que eu devo discordar é por culpa sua e de Luís: "Pois NUNCA, nesse mundo cão, eu hei de partilhar a glória de vencer minha tormenta!"
NUNCA diga NUNCA! Lembra!?
Muito criativo: "combatendo o desconhecido renascido de poeira e vento"
Às vezes me refiro ao passado, que teima em retornar, mais ou menos dessa forma.
O desfecho ficou incrível! Fechou com chave de ouro! PARABÉNS ;)
Tenho a honra de chamar-te de AMIGO!!!
Tá muito bom, parabéns!
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