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Mostrando postagens de agosto, 2011

CAOS

Quero ver até quando vou ter saco pra ficar pagando o pato pelas coisas que nem faço! Nesse amor enigmático, nessa foda tão caótica, que até a velha rótula em meu joelho se aposenta! *** Quero ver se tu me aguenta! Com essa cara de setenta e esse corpinho de vinte mil anos atrás, eu fui e bati lá na porta do requinte que era a que estava aberta quando me deixastes só, apenas com as pernas. Doeu demais, doeu, ambos os lados... e nesses dias nos sentimos fracos, frágeis, pálidos, brancos-neve a mergulhar, o lago já está cheio. Muita gente a nadar. Pouca a respirar. Pouca, poupa! Teu fôlego pode acabar! Tola, a roupa já está toda molhada! Resta sentada, descansa a briga pra amanhã não mais brigar.

Mil, novecentos e ontem.

A verdade é que, por frustração, alguém muito sacana criou o chão. ... Cair no vazio dói menos — Como eu gosto da inércia. Todos, sempre perdidos em seus achados lugares... Dá até vontade de rir... É, meus amigos, antes era possível cair sem se machucar. Ainda não me acostumei a decepções. Minha memória podia ser mais altruista, não?... Talvez a anestesia tenha me consumido! Ora, talvez eu já tenha sentido algo parecido. O futuro agora não se vê, e o presente é um passado remendado... Pra falar a verdade, às vezes minto tentando ser metade do inteiro que eu sinto.