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Mostrando postagens de outubro, 2010

Nossas épocas mais queridas

Atira a pedra, destrói, a janela quebra... Faz o vento percorrer o rosto dela Deixa o tempo a ensinar a ser matura Muda o mundo, faz o mundo à cara tua. Deixa a brecha aberta pra espiar o tempo e acompanha a coisa toda na cautela vai andando e dribla as noites sonolento pra no fim acompanhá-la da janela. Vale a pena o sacrifício referido pois beleza ela emana a tarde inteira faz aquela que te chama de querido aprender a fazer só da tua maneira. Curte a vida e aprende toda essa essência pra poder contar aos netos, com fadiga que a vida é o retrato da inocência construindo nossas épocas mais queridas.

O silenciador de grilos

Num cenário pavoroso, bagunçado tudo vira alvoroço, ouriçado entre sons e cantos tortos, emaranhado se compõe os vários cômodos desfigurados. Perturbado, o senhor cata lento no silêncio os cantos tortos soltos ao vento pra depois fazer cessar. Ele anda pela casa, ele bate nas mobílias... ele refaz as tentativas... faz silêncio para encontrar o seu silêncio. Com os sustos das batidas o ambiente é abalado e os grilos se acalmam... O senhor encontra sua paz. E jaz. Jaz por segundos os cantos tortos... Jaz por minutos os cantos tortos... Até o medo dos grilos cessar. PS: Como prometido. Tudo é metáfora. by Otavio Alcantara.

O Vento e a Aurora Prateada

Quando um tiro veio rasgando o céu Levantei meu chapéu e olhei a aurora prateada que de tanto almejada fez o mundo inteiro observar e esperar até o luar. Até o luar. Até o luar... até que chega. Pelejava o vento com um choro de atenção mas de um jargão que se formou do silencio de suas bocas à aurora o povo gritou e gritou: "Curvo-me, vossa realeza". Desprovido de destreza, corre o vento em contramão. Eu, sentado e mais que atento observo-o, com peculiar atenção. A aurora tão querida, paralisou o povo todo, roubou os olhos de todos, seu espaço fixou. O vento triste então, voa desatento... até que falo em alto e bom tom: "Eu te observo, vento." E o vento se calou. Se satisfez. Voou em paz. Talvez cada ser não precise de "várias" atenções... Mas cada ser precisa ao menos de UM alguém olhando para ele.

Vai entender!!!

E então minha mente explode!!! Pensei que eu ia falecer! ali, em plena corte sem defesa ou acusação me deram um estranho parecer. E pareceu que foi um sonho! Porque depois me vi nadando tentando ir até o meio do mar incrívelmente, sem cansar! Aí depois que eu conto a história o povo perde o entendimento! Pois minha mente já explodiu, lá no começo deixando-me aqui, nesse momento jogando palavras aleatórias, ao vento. Regendo sonhos sem sentido, desordenando meus leitores-neurônio... E o que se diz de meu refrão? Ficou no desconhecido, pseudônimo. Vai entender minha mente criativa! De onde vem minha inspiração? Mas uma coisa eu digo, e há tempos já dizia: Agradeço a Deus pela poesia!