Levantei meu chapéu e olhei a aurora prateada
que de tanto almejada fez o mundo inteiro observar
e esperar até o luar. Até o luar.
Até o luar... até que chega.
Pelejava o vento com um choro de atenção
mas de um jargão que se formou do silencio de suas bocas
à aurora o povo gritou e gritou: "Curvo-me, vossa realeza".
Desprovido de destreza,
corre o vento em contramão.
Eu, sentado e mais que atento
observo-o, com peculiar atenção.
A aurora tão querida, paralisou o povo todo,
roubou os olhos de todos, seu espaço fixou.
O vento triste então, voa desatento...
até que falo em alto e bom tom: "Eu te observo, vento."
E o vento se calou. Se satisfez. Voou em paz.
Talvez cada ser não precise de "várias" atenções... Mas cada ser precisa ao menos de UM alguém olhando para ele.
que de tanto almejada fez o mundo inteiro observar
e esperar até o luar. Até o luar.
Até o luar... até que chega.
Pelejava o vento com um choro de atenção
mas de um jargão que se formou do silencio de suas bocas
à aurora o povo gritou e gritou: "Curvo-me, vossa realeza".
Desprovido de destreza,
corre o vento em contramão.
Eu, sentado e mais que atento
observo-o, com peculiar atenção.
A aurora tão querida, paralisou o povo todo,
roubou os olhos de todos, seu espaço fixou.
O vento triste então, voa desatento...
até que falo em alto e bom tom: "Eu te observo, vento."
E o vento se calou. Se satisfez. Voou em paz.
Talvez cada ser não precise de "várias" atenções... Mas cada ser precisa ao menos de UM alguém olhando para ele.

Acabou perfeitamente: "Talvez cada ser não precise de "várias" atenções... Mas cada ser precisa ao menos de UM alguém olhando para ele."
ResponderExcluirGostei ;)