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Mostrando postagens de maio, 2011

Siga - Hope.

Meu pulmão anda sentindo o gosto da morte e ainda, com toda a falta de sorte a morte insiste em me dizer não. Entro em cavernas, subo em muralhas, me enfio em bosques só pra esconder a dor e a marca dos cortes que vão bem fundo nas cinzas do coração. E ainda sangro. Por que eu mantive aquela faca em meu criado-mudo? talvez, pra um dia usá-la e me isolar do mundo contudo o peito insiste em sangrar vivo em vaidade. Letreiros e cartazes julgando os meus cigarros! talvez ingratos, mas são meus companheiros natos. Só quero mergulhar num poço de verdade. A morte me nega. O cigarro me quer. A poesia morre. A carteira acaba.

Ontem

Lavo o rosto pra tentar tirar de mim esse medo excessivo de tornar-me incapaz os meus erros eu imploro por perdão, e até mais tenho até vontade de me desculpar por erros teus... mas não posso. De certa forma, todo meu esforço é válido se o fim é tirar de mim essa agonia imerecida. É nessas horas que se pensa na morte.