
Meu pulmão anda sentindo o gosto da morte
e ainda, com toda a falta de sorte
a morte insiste em me dizer não.
Entro em cavernas, subo em muralhas, me enfio em bosques
só pra esconder a dor e a marca dos cortes
que vão bem fundo nas cinzas do coração.
E ainda sangro.
Por que eu mantive aquela faca em meu criado-mudo?
talvez, pra um dia usá-la e me isolar do mundo
contudo o peito insiste em sangrar vivo em vaidade.
Letreiros e cartazes julgando os meus cigarros!
talvez ingratos, mas são meus companheiros natos.
Só quero mergulhar num poço de verdade.
A morte me nega.
O cigarro me quer.
A poesia morre.
A carteira acaba.
Amor, as palavras foram muito bem colocadas! , embora, tenho sido num momento não muito alegre, mas foi muito bem pensado e escrito.
ResponderExcluirParabéns minha vida!!! você sempre me surpreendendo ! :D
Te amo.