
De todos os meus males eu retiro os bens,
De todos os demônios eu retiro os reféns,
De todas as tuas rezas eu retiro os améns,
E de tu, mulher feroz, tirarei tudo o que tens...
Pois tudo o que tens eu que te dei
E não mereces um pingo do que me esforcei
Aceitarei tuas cartas e retratros de perdão,
mas perdoar-te, minha cara, certamente nunca irei.
Estou vencendo, as poucos, minhas maldições,
Caindo e levantando, movendo multidões,
E se pra isso eu preciso retirar-te da minha vida,
Em teu peito, minha cara, descarregarei as munições.
Pois em ti se encontra a força que me mantém caído ao chão
E em teu meio, não há força que destrua teu fulgor,
E se antes eu preciso me armar até os dentes,
Deixe-me vencer, meu bem... Por favor...
Não quero me render ao seu amor.
Como eu queria ter o teu talento pra expor minha raiva dessa maneira...tão bela!
ResponderExcluirEstá simplesmente...MAGNÍFICO!
Fui à loucura quado li: "Em teu peito, minha cara, descarregarei as munições". Minha reação foi a seguinte: Me levantei e me sentei, depois lenvantei e fui chamar quem estivesse aqui em casa para ler o poema. E por pouco não disse um palavrão! (Só q como eu não falo palavras de baixo calão, só consegui falar: PERFEITO, PERFEITO, MAIS QUE PERFEITO!!!)
O desfecho foi brilhante! *-*
PARABÉÉNS!
Parabéns amor. :)
ResponderExcluirTe adoro muito meu bem...
Que violência! rsrsrs...
ResponderExcluirNOSSA oO
ResponderExcluirgostei muito de seus textos...te segui pelo meu blog...http://philipedejong.blogspot.com.br/
ResponderExcluirTextos de minha autoria....tomara que goste